Este é o mês da Prevenção dos Maus Tratos na Infância e Juventude e o nosso Centro recebe a exposição “Direitos da Criança e Prevenção dos Maus Tratos”, com trabalhos feitos por crianças e jovens dos equipamentos educativos do concelho, juntando-se assim à campanha internacional do Laço Azul. Saiba tudo aqui!
Já ouviu falar na Campanha do Laço Azul, uma iniciativa solidária mundial que promove a proteção das crianças contra os maus-tratos? Tudo começou em 1989 na Virgínia, nos Estados Unidos, quando Bonnie Finney, uma avó que perdeu os dois netos, por serem vítimas de violência, amarrou uma fita azul à antena do seu carro com o objetivo de chamar a atenção. O azul simbolizava a cor das lesões e servia-lhe como um lembrete constante da sua luta na proteção das crianças contra os maus-tratos.
Esta campanha, que começou por ser uma homenagem desta avó, cresceu e atualmente muitos países do mundo usam as fitas azuis durante o mês de abril em memória de todos os que morreram vítimas de abuso infantil, negligência ou violência, sendo também uma forma de apoiar as famílias e fortalecer as comunidades nos esforços necessários para prevenir estas tragédias.
O nosso Centro une-se a esta causa com a exposição “Direitos da Criança e Prevenção dos Maus Tratos”, que reúne trabalhos das escolas do concelho, e que está em exibição de 9 a 20 de abril, no piso 0, junto ao Solinca. Esta mostra tem como propósito a sensibilização para a problemática da violência e para a prevenção dos maus-tratos na infância e na juventude, em particular, a necessidade de prevenir a violência também no namoro.
Nunca é demais relembrar que a 20 de novembro de 1989 foi adoptada a Convenção sobre os Direitos da Criança, adoptada pela Assembleia Geral nas Nações Unidas e ratificada por Portugal a 21 de setembro de 1990. Esta Convenção assenta em quatro pilares fundamentais: os direitos à sobrevivência (o direito a cuidados adequados); os direitos relativos ao desenvolvimento (o direito à educação); os direitos de participação (o direito de exprimir a sua própria opinião); e os direitos relativos à proteção (o direito de ser protegida contra a exploração). Neste último ponto estão incluídas a proteção da criança contra todas as formas de violência física ou mental, dano ou sevícia, abandono ou tratamento negligente; maus tratos ou exploração, incluindo a violência sexual, enquanto se encontrar sob a guarda de seus pais ou de um deles, dos representantes legais ou de qualquer outra pessoa a cuja guarda haja sido confiada.
Junte-se a esta causa e visite a exposição “Direitos da Criança e Prevenção dos Maus Tratos”. Contamos consigo!



